segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Educação inclusiva - O princípio!





A cultura é o principio para o homem acumular experiências que vai sendo capaz de realizar, o mundo natural pode-se transformar cultural através de informações e símbolos já estabelecidos por outros que já vivenciada, desta forma, a criança encontra em um mundo de valores já estabelecidos. Assim pode-se definir.

A cultura pode ser um processo de autoliberação progressiva do homem, caracterizando-o como um ser de projeto, que se faz a medida que transcende a sua experiência; essa é a capacidade do homem de produzir sua própria historia. (FERREIRA; GUIMARÃES, 2003, p. 47)

A história, por sua vez, é o sistema que envolve o conjunto das experiências humanas. Assim a natureza do homem é a sua própria historia. Ferreira; Guimarães (2003, p.47) reforçam o conceito do que é a história do homem dentro desse processo de acumulo de experiências e informações. Os dados que comprovam a história advém do material que é utilizado para contar e reconstruir vidas, eventos e eras.
O principio da história da deficiência através da mitologia, da religiosidade e da supersticiosidade, trouxeram idéias e sentimentos que marcaram profundamente a consciência coletiva através da vivencia do homem em relação da deficiência. Conforme está explicita abaixo.

... que trás a discriminação como “fardo social”, reflete no imaginário coletivo que se forma sobre  concepção de “corpo ideal”, “corpo novo”, “desejado”, “belo”, “forte”, “produtivo”, com profunda repercussão em leis e na educação das pessoas, de uma maneira geral. (FERREIRA; GUIMARÃES, 2003, p. 49)

Percebe-se que durante esse principio histórico, a sociedade vem criando divisões entre classes sociais e consideram os seres humanos socialmente desiguais. Essa divisão categoriza as pessoas da sociedade como explica Ferreira; Guimarães (2003, p. 50) polariza entre os dominantes e os dominados, os ricos e os pobres, os empresários e os trabalhadores assalariados e por extensão ideologicamente, entre os superiores, os melhores e os piores, os normais e os desviantes.
No contexto social são evidenciadas várias formas de preconceito e ou aceitação daquilo que se apresenta como “diferente” ou “indesejado” Ferreira; Guimarães (2003, p. 50).
As anomalias físicas, mentais ou sensoriais, decorrentes de deformações congênitas, amputações traumáticas, doentes graves e de conseqüências incapacitantes, de natureza transitória ou permanente são tão antigas quanto a própria humanidade. (FERREIRA; GUIMARÃES, 2003, p. 51) 

Por conta disso o homem demorou séculos para comprovar cientificamente várias deficiências, até compreender, conviver com elas fez com que acontecesse o distanciamento da necessidade ou da importância de encarar a deficiência como uma realidade humana.

Até hoje é possível deparar-se com síndromes que exigem um estudo meticuloso para que compreenda melhor como trabalhar com as pessoas que as apresentam. Apesar disso, é visível que o conhecimento sobre deficiência não confere nem traduz a habilidade e destreza em lidar com essas pessoas. (FERREIRA; GUIMARÃES, 2003, p. 51) 

E hoje além de inclusão de alunos com deficiência nas escolas regulares, também nos deparamos com os mesmos tendo o apoio pedagógico em salas de recursos para oferecer um suporte especial a esses alunos que possuem necessidades educativas especiais.

Nenhum comentário:

Postar um comentário